terça-feira, 28 de abril de 2009

Meditações da Lua

A Deusa da Lua possui três aspectos: crescente, é donzela; cheia, é a Mãe; minguante é a anciã. Parte do treinamento de cada iniciado implica períodos de meditação sobre a Deusa em seus vários aspectos. Abaixo segue uma meditação para cada um dos três aspectos da lua.

MEDITAÇÃO DA LUA CRESCENTE
Concentre-se e centre-se. Visualize uma lua crescente cor de prata, que se curva para a direita. Ela é o poder daquilo que inicia, do crescimento e geração. Ela é tempestuosa e indomada, como as idéias e planos antes de serem equilibrados pela realidade. Ela é a página em branco, o campo não semeado. Sinta as suas próprias possibilidades escondidas e potenciais latentes; seu poder para iniciar e crescer. Veja-a como uma menina de cabelos prateados correndo livremente pela floresta sob a lua delgada. Ela é virgem, eternamente não penetrada, a ninguém pertencendo, exceto ela mesma. Invoque seu nome, "Nimuël", e sinta poder dentro de você.

MEDITAÇÃO DA LUA CHEIA
Concentre-se e centre-se e visualize uma lua cheia. Ela é a mãe, o poder de realização e de todos os aspectos da criatividade. Ela nutre aquilo que foi iniciado pela lua nova. Veja-a abrindo os braços, os seios abundantes, o ventre desabrochando em vida. Sinta seu próprio poder de nutrir, dar, tornar manifesto o que é possível. Ela é a mulher sexual; seu prazer na união é a força motriz que sustenta toda a vida. Sinta o poder em seu próprio prazer, no orgasmo. Sua cor é o vermelho do sangue, que é vida. Invoque seu nome "Maril" e sinta sua própria capacidade de amar.

MEDITAÇÃO DA LUA MINGUANTE
Concentre-se e centre-se. Visualize uma lua minguante, que se curva para a esquerda, envolta pelo céu escuro. Ela é a anciã, a velha que ultrapassou a menopausa, o poder de terminar, da morte. Todas as coisas devem terminar a fim de suprir os seus inícios. O grão que foi plantado deve ser cortado. A página em branco deve ser destruída, para que a obra seja escrita. A vida se alimenta da morte; a morte conduz à vida e, nesse conhecimento, encontra-se a sabedoria. A velha é a mulher sábia, infinitamente velha. Sinta a sua própria idade, a sabedoria da evolução armazenada em cada célula do seu corpo. Conheça o seu próprio poder para terminar, para perder assim como ganhar, para destruir aquilo que está estagnado e decadente. Veja a velha em seu manto negro sob a lua minguante; invoque seu nome "Anul" e sinta seu poder em sua própria morte.

(daqui: http://www.astrologosastrologia.com.pt/wicca&bruxaria.htm)

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Doce de Manga, Cravo e Canela.

Só fiz este frasco, para dar uso ao que sobrou de uma manga que a Maf trouxe (docinha, docinha!!)

Precisam de:

3 mangas em pedaços
2 chávenas de açúcar
2 chávenas de água
2 paus de canela
1 cravo da Índia

Levar a água e o açúcar ao lume até formar uma calda.

Quando começar a ferver, juntar o cravo, a canela e a manga.

Ferver durante alguns minutos. A manga fica quase desfeita, mas com alguns pedaços.

Colocar em frascos esterilizados.


domingo, 12 de abril de 2009

Tarte de Pêra.

Eu sei, eu sei, tenho um monte de coisitas para colocar aqui!

Vamos começar, hoje, pela tarte de pêra que fiz para sobremesa, no dia em que a Maf, o Jorgix, o Edu e a Estrelinha vieram cá a casa!

TARTE DE PÊRA:

Massa:

200 gr de farinha (desta vez experimentei farinha sem fermento), 75 gr de manteiga, uma pitada de sal, 2 ovos e 50 gr de açúcar.

Recheio:

2 pêras (lavadas, descascadas, sem caroços e cortadas ao meio), 1 chávena açúcar branco, 1/4 chávena manteiga, 1/4 chávena farinha, 2 ovos batidos, 1 colher sobremesa extracto de baunilha (facultativo).

Fazemos a massa para a tarte.
Amassamos muito bem, formamos uma bola e deixamos cerca de 30 minutos no frigorífico.
Acendemos o forno a 175ºC.
Estendemos a massa e colocamos numa forma de tarte, lados incluidos.
Colocamos as metades das pêras viradas para baixo, com as pontas viradas para o centro (fica bonito, sei lá!).
Numa tigela, misturamos a manteiga e o açúcar até ficar um creme claro e fofo, depois juntamos os ovos um a um e mexemos muito bem.
Colocamos a farinha e a baunilha, Envolver bem, mas não bater.
Colocamos este creme por cima das pêras, e vai ao forno 1 hora, até as pêras estarem macias e a tarte douradinha por cima.
Servimos com gelado de noz pecan e caramelo do Pingo Doce, e ficou uma mistura muito agradável!

Tecnicamente, devia deixar-se arrefecer antes de comer, mas o Edu comeu quente e ainda cá anda!


(foto da Maf!)
(e esse guacamole, hum?)

terça-feira, 31 de março de 2009

sábado, 7 de março de 2009

Coisas que não posso mostrar à Senhora minha Avó.

Há um talho aqui em Peniche que tem no back office uma funcionária muito criativa.

É a esposa do dono do estaminé, que se entretém a inventar recheios para tudo e mais alguma coisa. É daí que vem o lombo recheado com pasta de castanhas e coentros...

Desta vez, decidi-me a experimentar os peitos de frango com recheio de farinheira!

Aquilo já vem tudo enroladinho, e os acrescentos são no tabuleiro, e a gosto.

Ora atentem:

alho (eu avio bem...)
sal
louro
azeite
margarina (quem quiser)
vinho branco
molho picante com pimento (hum...)
tomatada
alho francês em rodelas
cenoura em pedaços grandes
coentros
pimentos em pedacinhos

Habitualmente, ponho cogumelos, mas não tinha em casa e fiz sem.

Vai ao forno cerca de 50 minutos, 1 hora.

Num outro tabuleiro, levam também ao forno batatas para assar. Nestas só se põe sal, e ao fim de 1 hora estão prontas.

Quanto tirarem tudo do forno, dão uma "batatada à batata" - o chamado "murro"..., colocam no prato, com os peitos recheados em fatias e o molho e os vegetais por cima!

A acompanhar com pão!

(e coca-cola...)


Antes de meter no forno.

O resultado final!
Já tinha experimentado o lombo de porco com recheio de farinheira, mas acheio-o demasiado pesado. Este é muito mais leve e saboroso!

sexta-feira, 6 de março de 2009

Parece Inverno outra vez.

Logo, o que apetece mesmo é ninho, chás e bolinhos!

Este foi inventado pela minha colega Carla, e eu experimentei no fim de semana passado, quando fui a casa de Mamãe. Infelizmente, descobri que a minha cunhada não aprecia côco, pelo que não pode provar o bolo, mas o meu irmão não se importa de comer pelos dois, e o meu afilhado ajuda o pai!

O bolo da Carla tem duas canecas de farinha, mas eu pus menos, e ficou mais fofinho. Tenho o hábito - desde cedo inculcado por Mamãe - de meter raspa de limão em todos os bolos, e neste meti também! Façam a vosso gosto!

BOLO DE CÔCO DA CARLA:

Ingredientes:

1 caneca de açúcar
4 ovos
raspa de meio limão
1/2 caneca de óleo
1 caneca de côco ralado
1/2 caneca de leite
1 colher (chá) de fermento
1 caneca e meia mal cheia de farinha

Colocamos o açúcar numa tigela, abrimos uma cova ao meio e deitamos lá os ovos. Batemos muito bem, até a mistura ficar cremosa e quase branca.
Acrescentamos a raspa de limão e batemos.
Depois, o côco, o óleo e o leite, batendo muito bem a cada adição.
Por fim, acrescentamos o fermento e a farinha, envolvendo bem, mas com suavidade.
Quanto mais batemos a farinha, mais duro fica depois o resultado final, porque com o calor dos batimentos a farinha vai fermentando. Tem de ser sempre envolvida com suavidade, com a colher de pau, e há quem o faça até com uma faca.
Colocamos depois numa forma untada com margarina e polvilhada com farinha, e vai ao forno em grau 6 durante 40 minutos.

Enfeitei com côco ralado, mas é facultativo. Quem não gosta de apanhar "coisinhas" dentro do bolo não tem com que se preocupar, porque o côco derrete e fica envolvido na massa.

Obviamente, levei para a autora provar, e ela achou que ficou muito bom!

Amanhã faço para levar à Sininho!

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Bolo Amélia.

Sim, é um daqueles bolos muito fáceis de fazer, que provavelmente existem em todas as casas, mas este, especificamente, chama-se Bolo Amélia, porque é feito pela Senhora minha avó, a D. Amélia! Lembro-me deste bolo desde sempre!
Leva:
4 ovos
1 chávena de açúcar
raspa de limão
1 colher (chá) de fermento
1 chávena de farinha
sumo de duas laranjas
Colocamos o açúcar numa tigela (lá está, esta veio da cozinha de Vóvó, no meu garimpo familiar!), abrimos uma cova no meio, e colocamos lá os ovos.
Mexemos bem.
Adicionamos a casca de limão e o sumo das duas laranjas (estas eram do quintal da mãe da Sininho!!).
Juntamos o fermento e a farinha e envolvemos com cuidado.
Untamos com margarina e polvilhamos com farinha uma forma com buraco no meio, e vai ao forno cerca de 45 minutos, em grau 6.
No fim, polvilha-se com açúcar.
Podem optar por outras formas - se fizerem em tabuleiro, podem cortar em cubos, e fica muito decorativo!
Este levei para a reunião de professores da semana passada!